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FISIOTERAPEUTA

O mercado para profissionais formados em Fisioterapia está em plena expansão, demandando mão-de-obra qualificada e com visão empreendedora. Para conhecer melhor essa carreira, entrevistamos a fisioterapeuta Anke Bergmann, chefe da Divisão de Ensino da Coordenação de Educação do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Anke é formada em Fisioterapia, tem mestrado em Saúde Pública na sub-área de Epidemiologia Geral pela Escola Nacional de Saúde Pública / Fundação Oswaldo Cruz e doutorado em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz.

A profissional implantou o serviço de Fisioterapia do Hospital do Câncer III / Inca, sendo responsável técnica pelo serviço por nove anos. Anke também foi fundadora da Associação Brasileira de Fisioterapia em Oncologia, atuando como vice-presidente no período de 2008 a 2009. Confira a entrevista:

Como está o mercado de trabalho para quem se forma em Fisioterapia?

Anke Bergmann - A atuação do fisioterapeuta é bastante ampla. Ela contempla ações de promoção da saúde, prevenção de agravos e tratamento de diversas alterações. Entretanto, a fisioterapia ainda precisa ser adequadamente implantada nos programas que visam favorecer as condições de saúde da população. Portanto, o mercado está em plena expansão, mas depende de profissionais bem qualificados e com visão empreendedora.
 

Quais são as áreas mais promissoras?

Anke Bergmann - Há um interesse maior do fisioterapeuta em desempenhar suas atividades na área assistencial, principalmente nas clínicas que, atualmente, apresentam maior demanda, como ortopedia, neurologia, pneumologia etc. Porém, outras áreas também são bastante promissoras, como a atenção nos programas de saúde da família, saúde da mulher, do idoso, entre outros. Mas vale ressaltar que, além da assistência, hoje observamos uma grande demanda reprimida para a atuação fisioterapêutica direcionada à gestão, pesquisa, ensino e política. A qualificação profissional nestas áreas pode ser o grande diferencial no mercado de trabalho.


Como é o trabalho do fisioterapeuta?

Anke Bergmann - Eu atuo na área de assistência, ensino e pesquisa em oncologia. O câncer é um dos principais problemas de saúde pública e a fisioterapia colabora na promoção, prevenção, minimização, recuperação funcional dos pacientes com sequelas do tratamento do câncer e controle dos sintomas nos pacientes fora de possibilidade de cura pelo câncer, favorecendo seu retorno às atividades da vida diária, social, laborial, de lazer e minimizando seu sofrimento.


O aprimoramento constante faz parte da carreira do fisioterapeuta?

Anke Bergmann - Com certeza. A geração de novos conhecimentos é bastante dinâmica e são necessários estudos frequentes visando a incorporação tecnológica e adequação das condutas fisioterapêuticas.


Que mensagem você deixaria para um estudante que esteja planejando se tornar um fisioterapeuta?

Anke Bergmann - Abrace a profissão e seja feliz.

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